À sombra dum chaparro ... Ferreira do Alentejo: Famosos
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sábado, 20 de outubro de 2007

Ferreirenses Famosos II

Júlio de Vilhena


Nome: Júlio Marques de Vilhena
Data de Nascimento: 28/07/1845
Data de Falecimento: 27/12/1928
Naturalidade: Ferreira do Alentejo

Júlio Marques de Vilhena foi um dos mais importantes e influentes políticos portugueses no virar do século XIX para o século XX. Nascido a 28 de Julho de 1845 em Ferreira do Alentejo na antiga Rua da Liberdade – que hoje tem o nome de Conselheiro Júlio de Vilhena em sua homenagem –, licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra.
Começou então a cultivar um importante papel nos meandros da política nacional. Juiz do Tribunal Constitucional e Par do Reino, foi durante a monarquia constitucional Ministro da Justiça, dos Negócios Eclesiásticos e da Marinha e Ultramar sob a presidência do histórico Fontes Pereira de Melo, na altura chefe do Partido Regenerador (PR).
Assumiu, entre 1893 e 1895, a direcção política do jornal “O Universal”, o órgão oficial do PR. Daí rumou ao Banco de Portugal, tornando-se o seu terceiro governador até 1907. Paralelamente, foi ainda Presidente da Academia Real das Ciências, director do “Jornal Económico” e do “Diário Popular”, fundador e presidente da Liga Naval.
Com a implantação da República em 1910, afastou-se da política activa e dedicou-se à sua outra grande paixão, a investigação histórica, tendo publicado obras como Antes da República – Notas Autobiográficas (1874-1910), D. Pedro V e o seu Reinado ou Ferreira do Alentejo – Documentos para a sua História.
Júlio Marques de Vilhena faleceu a 27 de Dezembro de 1928, vítima de arteriosclerose.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Ferreirenses Famosos I

TIM
Nome - Antonio Manuel Lopes dos Santos
Data de Nascimento – 14/04/1960
Estado Civil – Casado com Margarida (com quem começou a namorar em 1979).
Tem dois filhos, o Sebastião e o Vicente.
Local de NascimentoFerreira do Alentejo
Escolaridade – Formado em Agronomia. É licenciado pelo Instituto de Agronomia de Lisboa.
Música – Carreira Solo, Xutos e Pontapés, Rio Grande, Cabeças no Ar e Resistência.
Futebol - Benfica

O nome de baptismo de Tim é António Santos. Nasceu em Ferreira do Alentejo, em 1960, e aos cinco anos foi para Almada, onde fez a escola primária e o liceu.
Começou a sua vida artística aos 15 anos como baixista, em formações de jovens e grupos de baile.
Aos 18 anos trabalha pela primeira vez com originais no Grupo 2, um trio almadense de música instrumental de improvisação.
Aos 19 inicia o estudo do contrabaixo no Conservatório de Lisboa, e simultaneamente começa a sua actividade como baixista nos Xutos & Pontapés.
Com 22 anos, grava o primeiro trabalho com o grupo em 1982. Seguem-se uma série deles, todos resultando disco de ouro.
Em 1990, o grupo faz uma pausa. Aí, Tim é convidado para integrar outro coletivo de reunião, Resistência, com Pedro Aires Magalhães, Fernando Cunha, Miguel Ângelo, Olavo Bilac, Fernando Júdice, Fred Mergner, Rui Luis Pereira "Dudas", José Salgueiro e Alexandre Frazão, com o qual grava Palavras ao Vento, Mano a Mano e Ao Vivo.
No retomar da carreira dos Xutos & Pontapés, prosseguem os registos tanto para álbuns de originais como para as bandas sonoras dos filmes Tentação e Inferno, ambos de Joaquim Leitão.
Em 1995, outro projecto de referência tomava forma: a partir de uma história de João Monge musicado por João Gil, produzido por João Gil, Rui Veloso e Tim, contando ainda com as participações de Jorge Palma e Vitorino, nasce o Rio Grande, cujo nome é da autoria de Tim, e que atinge outra vez a primeira grandeza no panorama português.
Segue-se o primeiro disco a solo de originais, Olhos Meus, que contou com a participação de Samuel Palitos, Frederico e João Cardoso.
Surge ainda outro projecto de reunão, Cabeças no Ar, com letras de Carlos Tê e música de João Gil e Rui Veloso, produção de João Gil, Rui Veloso e Tim.
Entretanto os Xutos & Pontapés continuavam a absorver a maior parte do trabalho de Tim, com outros álbuns de originais e com tournées e concertos de grandes dimensões, que culminaram com a comemoração dos 25 anos de carreira no Pavilhão Atlântico.
Após tudo isto, surge então Um e o Outro, o seu segundo disco a solo de originais, em que conta com a participação de João Cardoso, Pedro Gonçalves e Samuel Palitos (agora com Alexandre Frazão) e ainda com Mariza e Mário Laginha como convidados.